Tour Sintra – Cabo da Roca, Cascais, Estoril

Sintra, Cabo da Roca, Cascais e Estoril, Portugal
desde/por passeio 240 


Programa:

  • Vila de Sintra
  • Cabo da Roca
  • Cascais
  • Estoril


Duração:

A duração do nosso passeio é de 1 dia – 7 h. Permitindo um passeio tranquilo.


Observações:

O preço das entradas nos Monumentos, não se encontram incluídas no valor do tour.

  • Palácio da Pena: 14 €

Preço:

Até 4 pessoas De 5 a 7 pessoas
240 € 290 €

Descrição

Sintra (entre o Mar e a Serra)

A vila de Sintra encontra-se classificada desde 1995 como Património Mundial da UNESCO.

Localizada no distrito de Lisboa (30 kms), a vila portuguesa de Sintra é considerada como um dos locais mais privilegiados para o turismo e o lazer do país, destacando-se por um micro-clima muito próprio, onde associa componentes das floras mediterrânicas e setentrionais a centenas de árvores e flores exóticas, num quadro de jardins, parques e florestas verdadeiramente único.

A vila de Sintra destacou-se no passado como local de veraneio e lazer aristocrata.

Entre a segunda metade do século XIX e os primeiros decénios do século XX, Sintra tornou-se um lugar privilegiado para artistas: músicos como Viana da Motta; músicos-pintores como Alfredo Keil; pintores como Cristino da Silva (o autor de uma das mais célebres telas do romantismo português, Cinco Artistas em Sintra); escritores como Eça de Queiróz ou Ramalho Ortigão, todos eles aqui residiram, trabalharam ou procuraram inspiração.

Muitos outros artistas foram seduzidos por Sintra. Sintra foi transformada em arte escrita, pintada, cantada e recordada por Byron, Christian Andersen, Richard Strauss e William Burnett, entre outros.

A circunstância histórica e arquitectónica ditou para Sintra e para a sua Serra uma individualidade única que não se esgotou no régio Palácio da Pena. Mas que, antes pelo contrário terá oscilado entre a teoria e a assunção da “construção” de uma paisagem romântica, formalizando-se em arquétipos que desembocaram no vasto conjunto da arquitectura revivalista e que, aqui, entrou bem pelo séc. XX adentro.

Sintra não é uma vila qualquer”, como escreveu em 1989 o historiador da Arte Vítor Serrão, Sintra é Património Mundial da Humanidade, é Paisagem Cultural (classificada pela UNESCO).

Sintra é um universo paralelo, que só conhecemos dos sonhos, mas que existe aqui bem perto.

Em suma, Sintra é a verdadeira e única capital do Romantismo. – “Sintra é o único lugar do país em que a História se fez jardim. Porque toda a sua legenda converge para aí e os seus próprios monumentos falam menos do passado do que de um eterno presente de verdura. E a memória do que foi mesmo em tragédia desvanece-se no ar ou reverdece numa hera de um muro antigo, Em Sintra não se morre – passa-se vivo para o outro lado. Porque a morte é impossível no vigor da beleza. E a memória do que passou fica nela para colaborar.” ‘Louvar Amar’, Vergílio Ferreira.

Já no princípio do século XX o milionário Carvalho Monteiro edificou em Sintra a Quinta da Regaleira, um palacete de luxo de arquitetura neo-manuelina.